Tumores cerebrais
Tratamento de tumores benignos e malignos do cérebro, incluindo meningiomas, gliomas e metástases, com a possibilidade de abordagens minimamente invasivas.
Saiba mais →Neurocirurgia de alta complexidade
Diagnóstico claro, decisão individualizada e cuidado contínuo no tratamento de doenças neurológicas complexas — do primeiro exame ao acompanhamento pós-operatório.
CRM-RS 46317 · RQE 43457
Dr. Gabriel Heemann · Hospital São Lucas da PUCRS, Porto Alegre
O Médico
Neurocirurgião com atuação em doenças intracranianas de alta complexidade, com ênfase em tumores cerebrais, aneurismas cerebrais e cirurgias da base do crânio. Mantenho uma prática abrangente que me proporciona alto volume e diversidade de casos, direcionando meu aperfeiçoamento técnico e científico contínuo — incluindo formação internacional em centros de referência.
A decisão de operar não é apenas técnica. Ela envolve o paciente, sua história, sua qualidade de vida e a melhor evidência científica — e nem sempre a cirurgia é a melhor escolha.Dr. Gabriel Heemann
Áreas de Atuação
Atendimento de casos eletivos e de urgência, em investigação diagnóstica ou já definidos — sempre com indicação criteriosa e individualizada.
Tratamento de tumores benignos e malignos do cérebro, incluindo meningiomas, gliomas e metástases, com a possibilidade de abordagens minimamente invasivas.
Saiba mais →Subespecialização em acessos microcirúrgicos, transnasais e transorbitais para lesões complexas da base craniana.
Saiba mais →Avaliação e tratamento de aneurismas cerebrais rotos e não rotos, com análise do risco e das opções terapêuticas.
Saiba mais →Tratamento de hemorragias intracranianas e doenças vasculares cerebrais, especialmente em contextos de urgência e alta complexidade.
Saiba mais →Lesões da coluna vertebral avaliadas com indicação cirúrgica precisa e foco na preservação funcional.
Saiba mais →Análise independente do seu caso, esclarecendo opções cirúrgicas e conservadoras com segurança.
Saiba mais →Como funciona o atendimento
Nem todo caso tem indicação cirúrgica. Cada etapa é explicada de forma transparente, com riscos, benefícios e objetivos bem definidos.
Avaliação dos sintomas, do histórico clínico e dos exames já realizados.
Quando necessário, exames complementares orientados em centros de referência.
Explicação clara do diagnóstico e das possíveis opções de tratamento.
Conduta cirúrgica ou conservadora, sempre com decisão segura e compartilhada.
Seguimento pós-operatório próximo, com reavaliações e monitoramento da evolução.
Além da disponibilidade médica, o paciente conta com uma equipe dedicada ao acompanhamento em todas as etapas do tratamento, auxiliando na organização do cuidado, coordenação de exames e orientações pré e pós-operatórias. O objetivo é oferecer mais comodidade, segurança e continuidade ao longo de todo o processo.
Formação & Trajetória
Neurocirurgião com formação acadêmica no Brasil e subespecialização em cirurgia da base do crânio em um dos principais centros de referência da Europa.
Atuação como instrutor em cursos internacionais de anatomia e dissecação microcirúrgica, com prática contínua em laboratório.
Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
Membro ativo da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
Hôpital Lariboisière — Supervisão: Prof. Sébastien Froelich
Hôpital Lariboisière, Paris
Strasbourg · e Transorbital/Transnasal Approaches — IRCAD Barretos
UNIFESP · IRCAD Strasbourg · Al-Mefty's Course, Little Rock
Diferenciais
A combinação entre formação técnica sólida, experiência prática e comprometimento real com o paciente — em todas as etapas do cuidado.
Cada paciente é conduzido de forma única, respeitando a singularidade de cada caso e de cada história.
Pilares de cada decisão clínica e cirúrgica, do planejamento à execução técnica.
Condutas fundamentadas em evidência e em medicina de excelência, com atualização constante.
Tratamentos voltados não apenas ao resultado clínico, mas à preservação da função e do bem-estar.
Aperfeiçoamento complementar em cirurgia da base do crânio, em centro de referência na Europa.
Proximidade e comunicação clara, do primeiro diagnóstico ao seguimento de longo prazo.
Perguntas Frequentes
Procurar um neurocirurgião não significa, necessariamente, que haverá cirurgia. Boa parte das doenças neurológicas e da coluna pode ser tratada de forma conservadora. Cefaleias intensas ou diferentes do habitual, perda de força, alterações de sensibilidade, crises convulsivas, alterações visuais ou dificuldades de equilíbrio merecem investigação. O papel do especialista é diferenciar esses cenários, definir o diagnóstico com precisão e orientar o melhor tratamento.
Toda cirurgia envolve riscos, mas eles não são iguais para todos os casos — dependem do tipo de doença, da localização, das condições clínicas e da complexidade do procedimento. Com planejamento detalhado, tecnologia e técnicas modernas, muitas cirurgias são realizadas com segurança e excelentes resultados. A cirurgia é indicada quando os benefícios esperados superam os riscos, inclusive comparados à evolução natural da doença.
Depende da doença, do tipo de cirurgia e das condições clínicas prévias. Em algumas situações, especialmente quando o diagnóstico e o tratamento são realizados de forma precoce, o paciente recebe alta em 3 ou 4 dias e retoma boa parte das atividades em 10 a 15 dias. Técnicas menos invasivas, quando indicadas, também podem contribuir para uma recuperação mais rápida. Casos mais extensos podem exigir um período maior de recuperação e reabilitação. A recuperação depende também do planejamento e do acompanhamento pós-operatório.
Sim. Em muitos casos, o acompanhamento clínico e radiológico periódico é a melhor opção inicial e os sintomas podem ser controlados com medicação. Em certos tumores e aneurismas, o acompanhamento ao longo do tempo ajuda a compreender o comportamento da lesão e a definir o momento ideal e até a real necessidade de tratar. Nem todo diagnóstico neurocirúrgico significa cirurgia imediata.
Sim, e muitas vezes é fundamental. Ela ajuda o paciente a compreender melhor sua doença, aumenta a segurança na decisão e esclarece as diferentes opções de tratamento. Um segundo olhar pode trazer novas perspectivas e contribuir para uma decisão mais tranquila e bem fundamentada, tanto para tratamentos cirúrgicos quanto conservadores.
Sim, funciona muito bem em muitos casos. É possível realizar uma avaliação completa de forma online, com história clínica detalhada e análise dos exames de imagem — muitas vezes definindo a estratégia já na primeira consulta. Quando há indicação cirúrgica, é importante uma conversa presencial antes do procedimento para reavaliar o paciente e alinhar todos os detalhes.
Receber esse diagnóstico naturalmente gera medo e dúvidas. O primeiro passo é manter a calma e procurar um profissional de confiança e experiência. Ter um tumor não é um atestado de morte: existem diferentes tipos, com comportamentos muito distintos. Em alguns casos o melhor é apenas acompanhamento; em outros, a cirurgia é indicada quando os benefícios superam os riscos. A decisão deve ser sempre individualizada e compartilhada.
A maioria dos aneurismas cerebrais não precisa de tratamento cirúrgico, porque grande parte não rompe, não causa sintomas e é descoberta de forma incidental. É necessário avaliação para identificar o pequeno grupo com maior risco de ruptura, que pode se beneficiar do tratamento. A decisão não depende apenas do tamanho, mas de uma análise individualizada das características da lesão, exames e histórico clínico.
As abordagens minimamente invasivas em neurocirurgia buscam tratar doenças do cérebro, da base do crânio e dos vasos cerebrais por meio de acessos menores, mais precisos e com menor manipulação das estruturas ao redor. Quando bem indicadas, podem contribuir para menor agressão aos tecidos, menor dor no pós-operatório, recuperação mais rápida, menor tempo de internação, melhor resultado estético e retorno mais precoce às atividades. Ainda assim, nem todo caso deve ser tratado dessa forma. A escolha da abordagem depende da doença, da localização da lesão, da relação com estruturas importantes, dos exames de imagem e das condições clínicas do paciente. Além disso, essas abordagens exigem formação, treinamento anatômico e experiência específicos. Por isso, nem todo neurocirurgião está habilitado ou habituado a realizar esse tipo de procedimento.
Onde atendo
Atendimento presencial em Porto Alegre e consultas online para pacientes de outras cidades e estados.
Centro Clínico da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 — Sala 314
Porto Alegre / RS
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Dê o próximo passo
Ajudar o paciente a sair de um momento de incerteza e retomar sua vida com confiança é o centro do meu trabalho. Agende uma avaliação e entenda, com tranquilidade, o melhor caminho para o seu caso.
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